• Ricardo Barbosa

Newgrange (2016) - De volta ao feminino da Irlanda.


No post anterior, falamos de nossa primeira experiência na Irlanda e em Newgrange, em 2015.

Foi uma vivência tão rica e tão marcante para todos, que um ano depois, o Projeto Viagens da Consciência estava de volta, desta vez com outro grupo, novas expressões em cada rosto, novas experiências de vida e novo entusiasmo com o aprendizado que teríamos.

Antes de ler este post, recomendamos que você leia nosso post anterior sobre Newgrange:

https://www.dorambentes.com/single-post/2017/03/14/Newgrange---A-alma-feminina-da-Irlanda

Como não poderia deixar de ser diferente, fomos novamente bem recebidos pelo país e pelo povo irlandês em todo o período de nossa estadia.

Chegamos em Dublin no dia 01/09/16, em um final de tarde agradável. Depois que chegamos ao hotel, descansamos da longa viagem do Brasil e comemos, nos reunindo posteriormente com Dora M Bentes para uma meditação de criação da unidade do grupo e de conexão com a alma irlandesa.

No dia seguinte rumamos para Newgrange, seguindo pelas mesmas autoestradas e rodovias que utilizamos a um ano atrás. Uma hora depois chegávamos ao nosso destino e deixamos os dois carros no estacionamento, nos dirigindo ao Centro de Convivência para comprar as entradas e nos reunirmos antes de pegarmos o ônibus que nos levaria ao monumento.

Nesta reunião, Dora repassou com o novo grupo o motivo de nossa ida ao local e o que iríamos trabalhar em nossas meditações. Como na vez passada, estávamos lá para entrarmos em contato com a alma feminina da Irlanda, em um local que era como um grande útero.

A meditação, conduzida pela Dora M. Bentes, nos levaria ao ventre de Newgrange, trabalhando uma "fertilização" e plantando a semente de nossos projetos, objetivos, de tudo que somos, para iniciarmos nosso processo de renascimento e sermos quem somos realmente - seres integrais e integrados com a natureza, o planeta e a humanidade.

Chegando ao monumento, tivemos as explicações sobre a história dele por uma simpática guia e depois fomos conhecer o interior do local.

Não relatamos na postagem passada o que se passou no interior da câmara de Newgrange e vamos relatar agora.

Este monumento é ou foi um lugar de importância astronômica, astrológica, espiritual, religiosa e cerimonial e é considerado um dos mais antigos observatórios solares do mundo. Com grande precisão, os antigos fizeram uma abertura especial acima da entrada do túmulo e alinharam a longa passagem (19m de comprimento) e a câmara no fundo do monumento, com o ponto no horizonte onde o sol se levanta no solstício do inverno.

Este alinhamento permite que os raios do sol atinjam as partes mais fundas do monumento, mas somente naquele momento do ano.

Os antigos achavam que a luz , ao penetrar nas profundezas do monumento, representava a união entre a deusa-terra e o deus-sol, trazendo a fertilidade ao solo.

Foi em busca desta fertilidade, que fomos a Newgrange e foi ela , o propósito de nossa meditação, por isto a importância de visualizarmos a câmara e o processo de entrada dos raios do Sol.

Para mostrar este momento para os visitantes, os responsáveis pelo monumento colocaram uma pequena lâmpada na câmara, posicionada de tal forma que, quando acesa, recriava a entrada dos raios do Sol.

A passagem pelo interior do monumento é bem estreita e a câmara bem pequena, por isto entramos em grupos separados e pequenos.

Lá dentro os guias nos deram mais explicações e depois de pedirem silêncio absoluto de todos, apagaram as luzes do local, deixando-nos em completa escuridão. Eles então ligaram a pequena lâmpada e tivemos a recriação da luz do Sol entrando no monumento praticamente como acontece a milhares de anos.

Ao saírmos, nos reunimos para meditarmos no mesmo local do ano anterior, localizado ao lado do monumento.

Depois disto, tivemos nosso momento para vídeos e fotos e retornamos ao Centro de Visitantes, onde relatamos nossa experiência no local e durante a meditação. Cada um pôde trocar suas experiências com o grupo e receber orientações de Dora sobre o que sentiu e visualizou.

Posteriormente, fomos conhecer a loja de lembranças e o restante do Centro de Visitantes, que tem um pequeno museu.

Ao voltarmos ao estacionamento, todos concordamos que foi uma experiência incrível, especialmente pela energia, acolhimento e sensação muito forte de pertencermos ao local e a tudo que ele representou e representa em sua essência.

Toda esta experiência nos deixou com fome e desta vez já tínhamos um local certo para descansarmos e almoçarmos - o The Fork Eatery (https://www.facebook.com/theforkeatery/) com seu delicioso fish and chips (tradicional prato britânico).

Descansados e satisfeitos, seguimos estrada para Hill of Tara, nosso assunto do próximo post.

Projeto Viagens da Consciência®

Centro de Desenvolvimento Dora M Bentes

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