• Ricardo Barbosa

Hill of Tara (Irlanda) - Na colina dos reis celtas.


Ir à Irlanda é mergulhar na história milenar e nas lendas de antigos povos que foram a base de grande parte do conhecimento existente atualmente. Lá também é um local fantástico para integração com a Natureza, o sagrado feminino e o sagrado masculino e suas energias emanadas através dos locais e monumentos antigos.

O Projeto Viagens da Consciência não foi à Irlanda por acaso. Fomos em busca desta integração com a Natureza e estas energias para acessarmos a nossa essência verdadeira e iniciarmos um processo de renascimento, para sermos os seres que realmente somos, integrados a tudo e a todos.

Vou citar aqui as experiências em conjunto, dos grupos de 2015 e 2016, já que o propósito e o roteiro de viagem foi o mesmo para ambos.

Depois de interagimos e conhecermos Newgrange, fomos almoçar e depois de uma refeição deliciosa, espantamos a preguiça pós-almoço e voltamos à estrada para nosso próximo destino: Hill of Tara.

Hill of Tara ou “Teamhair Na Ri” em irlandês é um grande conjunto de monumentos arqueológicos localizados no Condado de Meath , próximo ao vale do rio Boyne, na Irlanda.

O Condado é uma região que possui algumas das mais belas paisagens rurais do país e possui uma grande quantidade de locais históricos considerados dos mais importantes da Europa, incluindo o famoso Newgrange.

Hill of Tara é também chamada de Colina dos Reis porque segundo a história, nos tempos antigos, 142 reis reinaram em nome de Tara, que significa "um lugar de grande potencial ou grande perspectiva".

Eles vinham a este local para casarem com a alma da Irlanda e assim tornarem-se reis. O Espirito da Irlanda é feminino e a consagração dos reis passava pela integração com esse feminino sagrado.

Nesta colina, se encontra a Raith na Ríogh (Forte dos Reis ou Recinto Real), cuja estrutura, esculpida no terreno tem a forma de dois anéis, que formam dois conjuntos conhecidos como Teach Chormaic (Casa de Cormac ), o anel côncavo e Forradh (Sede Real ), o anel convexo.

Isto não é fácil de se ver ao nível do solo. É mais fácil identificá-los do ar, como na figura abaixo.

Após 30 minutos de estrada ou cerca de 30 km depois, chegamos a um pequeno local, onde estava o acesso a Hill of Tara. Apesar de pequeno, o local tinha estacionamentos e um pequeno comércio que atendia os visitantes, como lanchonetes, restaurante, lojas de lembranças e artesanato.

Deixamos os carros e caminhamos até a entrada de acesso, seguindo por um campo gramado que nos levava até o Forte dos Reis e seus dois anéis esculpidos na terra.

Tanto em 2015 quanto em 2016, experimentamos as quatro estações no local, afinal estávamos na Irlanda! Conseguimos pegar sol, vento, frio forte e chuva, quase ao mesmo tempo, durante toda nossa estadia. Como sempre vamos preparados nestas viagens, tínhamos nossas capas de chuvas ou casacos impermeáveis.

Antes de chegarmos nos anéis, paramos para meditar no monumento mais antigo do Forte dos Reis e um dos mais visíveis - chamado "Mound of the Hostages” (Monte dos Reféns), cuja construção foi entre 2.500 e 2.100 AC.

O nome vem da tradição dos reis celtas de prender nobres locais como reféns e com isso assegurar a cooperação e submissão dos seus reinos.

Meditamos no local para identificar quais situações nos mantinham reféns na vida para começarmos a nos libertar delas.

Chegando aos anéis, meditamos primeiro na Forradh - o anel côncavo, onde nutrimos com a energia do feminino a semente fertilizada em Newgrange. Depois meditamos na pequena colina, Teach Chormaic - o anel convexo, junto a Pedra do Destino, onde ativamos a semente com a força do masculino.

Nos dois processos, alinhamos nossos corações com o coração do lugar, trazendo no final, o nosso renascimento como seres integrais e integrados.

Após as vivências em Hill of Tara, fomos (em 2015 e 2016) a uma fonte considerada sagrada pelos habitantes do local, cujo nome é ....Holy Well ou Fonte Sagrada em português.

As águas desta fonte vem do interior da terra e passam por baixo de Hill of Tara, trazendo as energias do local.

Ela fica protegida por um pequeno portão e tem um espaço agradável para descansarmos e relaxarmos.

Embora o acesso a suas águas seja pequeno, estreito e escuro, ela é límpida e seu sabor é muito bom.

Bebemos das águas sagradas e depois fomos comer um lanche para pegarmos a estrada de volta a Dublin, encerrando o primeiro dia de nossas viagens pela Irlanda. Voltamos cansados, mas felizes e leves por toda a experiência vivida.

E ainda era o começo da viagem!

Projeto Viagens da Consciência®

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