• Denise Bentes

Por que temos dificuldade em transformar nossas limitações para construir uma vida melhor?


Você já parou para pensar quantas vezes nos perguntamos ou afirmamos:

“Como a vida é difícil ”.

“Porque nunca tenho o que quero? ”

“Tudo é complicado ”, “Parecia que ia dar certo ”, “Faço tudo errado? “.

O que não nos perguntamos, mas deveríamos, é:

“O que faço para criar o tipo de realidade em que vivo e não quero? ”.

“Por que ajo dessa forma se não consigo com isso realizar o que quero? ”.

“Como posso mudar para que a minha vida seja plena? ”.

Somos seres que lidam com a vida a partir de referenciais conhecidos e nem sempre esses referenciais condizem com a nossa real natureza. Como por exemplo: na sociedade em que vivemos são valorizadas caracteristicas como dinamismo, determinação, agilidade, impetuosidade, capacidade de expor-se, eloquência, entre outras. Imagine uma pessoa que tem uma natureza mais retraída; agora pense como ela se enquadra nesses valores. Na verdade, ela não se enquadra. Possivelmente ela vai passar a vida toda buscando adaptar-se a uma condição que não é a sua e como resultado acaba tornando-se infeliz, insegura, sentindo-se inábil para lidar com a vida em vez de uma pessoa realizada e feliz. E quantas pessoas conhecemos nessas condições? Muitas, e quem sabe a maioria das que nos rodeiam.

E o mais complexo de tudo isso é que acabamos acreditando que as nossas limitações, conflitos, incapacidades, quaisquer que sejam, são a nossa realidade e não conseguimos enxergar que simplesmente somos diferentes das referências que aceitamos como sendo a verdade que vai tornar a nossa vida plena.

A partir do momento que nós estabelecemos de forma consciente ou inconsciente que algo é uma verdade, começamos a acreditar nela completamente e a usamos como parâmetro para lidar com o que nos cerca, criando assim uma realidade baseada em distorções. Essa situação normalmente se torna a nossa prisão, impedindo que a nossa capacidade de transformar parâmetros e a nós mesmos seja usada. A clássica frase “A vida é assim mesmo! ”, representa a plena aceitação desse contexto e o fechar da porta da prisão.

Somos dessa maneira aprisionados por nós mesmos, por acreditarmos que a forma como vivemos e o que projetamos de maneira distorcida sobre nós, é a mais pura verdade.

Mas o incrível do ser humano é a sua capacidade de quebrar padrões e reinventar-se!

Da mesma forma que nós criamos as nossas prisões podemos nos libertar delas, mas para isso precisamos ter coragem para nos conhecer e descobrir os nossos reais referenciais, usando-os como parâmetros para construir uma vida que valha a pena.

Quando nos dispomos a trilhar a jornada da autodescoberta podemos recorrer a vários caminhos como terapias, meditação, astrologia, processos espirituais, retiros, entre muitos outros, mas tudo que vivenciarmos só será eficaz se nos levar a desenvolver a autoconsciência, pois qualquer coisa que façamos, por melhor que pareça, mas que nos deixe no referencial do outro, ainda nos manterá na prisão, só que com uma roupagem nova.

Buscar a si mesmo é a única forma de se transformar, pois quando nos conhecemos integralmente, podemos nos libertar das limitações que nos aprisionam.


Denise Bentes é Terapeuta, atua com radiestesia, florais, tarô, astrologia, entre outras técnicas.

Denise Bentes

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