• Eduardo Alves

Questione sua dor


Sentir dor é algo que nos paralisa. Diria que é um dos incômodos que mais nos desestabilizam emocionalmente. Neste texto, vou compartilhar a visão do Thetahealing com relação à ela.

Quando sentimos dor é como se o nosso corpo direcionasse nossa memória para um determinado local e nos fizesse lembrar, com frequência, o que se passa ali. Dependendo da intensidade, é possível que a dor se espalhe e passemos a ter nossos movimentos limitados. Paramos.

Um dos caminhos para avaliar a dor pelo Thetahealing, é entender para que ela serve. Em uma sessão, passamos por perguntas, como:

Para que a dor me serve?

O que ganho com ela?

O que irei perder quando ela se for?

Essas perguntas são iniciais para abrir espaço para uma aprofundamento no nosso subconsciente em busca da compreensão de um padrão de comportamento que foi desenvolvido por nós mesmos para manter ou criar uma situação.

Entenda a criação da dor

A raiz da dor está atrelada ao motivo pelo qual ela serve. Uma criança pode sentir dores para fazer cessar uma briga entre os pais. Quando ela percebe que, quando sente dor todos param e lhe dão atenção. Inconscientemente, ela pode repetir isso.

A dor, algumas vezes, serve para obter a atenção de familiares ou de pessoas amadas e obter o cuidado. Também é comum o contrário, ou seja, sentir dor para se mostrar forte e capaz de atravessar situações difíceis.

Os padrões de dor podem seguir até a vida adulta, mas, muitas vezes, sem ter clareza de quando ele foi criado. Fato é que cada um tem seu motivo particular para desenvolver dor, seja momentânea ou crônica.

Várias são as terapias possíveis para lidar com a dor. De analgésicos, passando por especialistas e ainda em processos como o Thetahealing.

O thetahealing e a dor

Nessa técnica, que atua na mudança de crenças relacionadas à dor para abrir espaço para novas formas de acessar a sensação inconsciente causada por ela.

Por exemplo, se você souber cessar discussões, ou receber a atenção dos familiares, ou saber reconhecer e respeitar o seu limite, sem precisar da dor para isso, é possível que pare de sentí-la.

É muito comum quem viveu a vida toda precisando da dor necessitar a aprender que é possível e seguro viver sem sentí-la. Esse quadro é recorrente em pessoas que apresentam histórico de dor na família.

Com o Thetahealing, acessamos os níveis físico, mas também emocional, mental e espiritual que envolve a dor por meio das ondas Theta do cérebro. Nesse espaço, identificamos e alteramos as crenças que existem em relação à dor.

Tratamentos para dor é, por vezes, desafiador. Mas ela é sempre um sinal de que temos que nos olhar integralmente.

Eduardo Alves é graduado em Relações Públicas e especialista em Mídias Digitais.

É formado em ThetaHealing DNA Básico e Avançado pela Escola Onda e certificado internacionalmente pela THInK.

Também estuda escrita criativa e afetuosa, captação e tratamento de histórias de vida e curadoria de conhecimento em espaços menos ortodoxos.

Lançou o Kayuá, projeto de autoconhecimento livre e itinerante que acredita que a narrativa contribui para o desenvolvimento do ser humano. Com ele, apoia pessoas em seu autoconhecimento por meio do ThetaHealing e da Jornada Narrativas de Vida.

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