• Eduardo Alves

Uma xícara de chá


O chá entrou na minha vida quando eu me aproximava dos 30 anos. O café era meu fiel companheiro. Naquela época, ele pedia folga. Eu não entendia, mas, na verdade, quem pedia por descanso mesmo era o meu corpo. Ele queria conversar com algo mais singelo, menos forte e mais reconfortante. Foi assim que o chá entrou no meu caminho.

Não troquei um pelo outro, mas acolhi o pedido e dei espaço para experimentar. Foi assim que, com a mesma curiosidade, ouvi a Bianca Lauria, que é terapeuta parceira do Centro Dora M Bentes, falar da sua jornada em aproximar o chá como uma forma de autocuidado, principalmente para lidar com a ansiedade e a tristeza.

A Bianca explica que, antes mesmo de entrarmos em contato com as ervas presentes no chá, podemos utilizar esse momento como um ritual. Feche os olhos por um momento, respire profundamente e pergunte-se o que seu corpo precisa. Faça isso e, depois, conecte-se com a erva que seu corpo pede. Você não precisa saber o nome dela, mas pode buscar algo que faça sentido para a sensação que possui quando entra nesse estado meditativo.

Se é, por exemplo, a tristeza que desponta nesse momento de concentração, a Bianca comenta que um chá de Alecrim pode ser um bom caminho. Alecrim, como ela diz, vem de Alegria. E pode ser um parceiro importante para esses momentos.

🌿 O equilíbrio que mora nas ervas

A Bianca é adepta do ouvir o corpo. Ouvir o que ele pede. Quando fazemos isso, evitamos o desequilíbrio, os excessos. Durante o bate-papo, discutimos o quão comum é acreditarmos que ervas naturais podem ser consumidas contínua e desmedidamente.

Nesse sentido, a Bianca reforça, então, que busquemos o equilíbrio. Tome os chás que estão conectados com o seu momento. Pode ser que amanhã você precise acalmar e possa optar por um mais tranquilizante, como o Camomila.

🍃 O toque pelas essências

Além dos chás, muitas ervas se transformam em óleos essenciais e podem ser utilizadas de diferentes formas. A Bianca explica que podemos passar algumas gotas, na nuca e nos punhos - nunca na região dos olhos.

Eu uso, por exemplo, uma essência de Hortelã para lidar com dores de cabeça que, por vezes, aparecem. Pingo algumas gotas nas pontas dos dedos, espalho e passo na nuca e testa. É sempre refrescante e calmante. Também inspiro um pouco do perfume que fica em minha mãos, abrindo caminho.

A presença variada das ervas servem para atender diferentes pedidos que o nosso corpo faz. Só se ouvindo é possível atender e harmonizar o melhor caminho.

Esse texto é uma cobertura afetuosa das iniciativas de Setembro Amarelo que estão acontecendo no Centro de Desenvolvimento Dora M Bentes.

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Eduardo Alves é graduado em Relações Públicas e especialista em Mídias Digitais.

É formado em ThetaHealing DNA Básico e Avançado pela Escola Onda e certificado internacionalmente pela THInK.

Também estuda escrita criativa e afetuosa, captação e tratamento de histórias de vida e curadoria de conhecimento em espaços menos ortodoxos.

Lançou o Kayuá, projeto de autoconhecimento livre e itinerante que acredita que a narrativa contribui para o desenvolvimento do ser humano. Com ele, apoia pessoas em seu autoconhecimento por meio do ThetaHealing e da Jornada Narrativas de Vida.

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