• Eduardo Alves

Jornada da Consciência


Como jogos podem ser ferramentas para conectar pensamentos e ações e apoiar quando não vemos possibilidades para acessar nossa alegria de viver

Na terça-feira, 10 de setembro, a Keila e o Eduardo, ambos Parceiros do Centro de Desenvolvimento Dora M Bentes, embarcaram em uma experiência promovida pelo espaço em função do Setembro Amarelo. Os dois estiveram presentes na vivência o jogo Jornada da Consciência - Encontrando a alegria de viver. Abaixo, cada um conta como foi viver esse momento e a sua percepção com o tema alegria de viver.

Vale lembrar que está acontecendo uma programação especial no Centro até o dia 30/09, incluindo: atendimentos em Acupuntura Japonesa e Moxaterapia, Barras de Access®, Experiência Somática® - SE, Reiki e Tarô; e um workshop para terapeutas “Quando se chega no limite, quais as possibilidades de intervenção do terapeuta?”. Você também pode viver essas experiências.

💬 Diálogo e escuta por Keila Caiani

Para mim, estar num ambiente acolhedor abre portas para o diálogo e a escuta. Logo eu que me divirto com uma história para ouvir e um causo a contar fui me aventurar na Jornada da Consciência.

A princípio, era para conhecer a dinâmica do jogo e escrever sobre ele de uma forma mais genuína. O tema “Encontrando a alegria de viver” foi elaborado para descobrirmos aquilo que nos tira a alegria e também um reforçador da nossa vida e motivador de emoções positivas.

Pensando de forma imediata, avaliando a minha vida superficialmente veio o pensamento de que o tema não caberia muito para mim, pois meu trabalho é justamente em cima da psicologia positiva, que fala sobre reforçadores positivos como, engajamento e estado de flow que é não sentir o tempo passar enquanto realizamos algo, bons momentos com pessoas que nos trazem estímulos agradáveis e um propósito de vida que seja maior do que apenas viver para pagar nossas contas.

Mas a verdade é que eu não fazia a menor ideia do que era este jogo.

Formaram-se dos dois grupos e cada um tinha um focalizador que era a peça essencial para direcionar as questões de cada participante e buscar reflexões sobre o que eram abordadas no jogo.

Embora a pergunta parecesse ser genérica, como somos únicos, as respostas foram migrando pouco a pouco para questões específicas de cada jogador. Logo na primeira rodada ficou muito claro o quanto que cada peça, ou seja, cada participante complementava o outro e que as questões que saíam para um podiam ser facilmente incorporadas às questões do outro.

Esta sincronicidade e complementação tornaram o jogo ainda mais completo. O meu contratempo agora podia ser um insight para os meus colegas de jornada que lá estavam e vice-versa.