• Eduardo Alves

Escrita como ferramenta terapêutica


Nas últimas semanas, reparei que uma frase, vinda de diferentes pessoas, chegou até meus ouvidos em conversas que tive: “gostaria tanto de escrever, mas…” e, depois do “mas”, as complementações foram diversas:

mas… falta tempo.

mas… eu não escrevo bem.

mas… eu não sei o que escrever.

mas…

Muitos de nós somos capazes de reconhecer a sensação incômoda de que deveríamos estar incluindo mais desta experiência em nossas vidas. E quando converso com alguém sobre o lugar que a escrita ocupa em sua vida, percebo que, apesar de gostar muito, não consegue se ver incluindo-na em sua rotina em função de algumas crenças.

Muitas vezes, imaginamos a escrita como arte

E se não sou artista, ela não cabe em minha vida. Ou também recordamos da fórmula de redação dos bancos do colégio, aquela que não cabe na nossa forma de pensar. Na escola, a história da escrita foi contada dessa forma.

Bom, e aí que, para escrever, preciso me encaixar nesses rituais. E tudo trava. Aí, então, não temos tempo, não escrevemos bem, não sabemos sobre o que escrever e muitos outros complementos.

Eu o convido a imaginar a escrita como um lugar de aconchego. O espaço do qual seu lápis pousa num papel confortável e você deixa vir. Um lugar onde não há julgamento de texto bom ou ruim. Há apenas o que é.

E você, então, me pergunta: para que serve escrever assim, Edu?

E eu te respondo: sabe quando você lê um livro e parece que ele foi escrito para você? Ou quando você vê um quadro ou ouve uma canção que traduz tanto o seu momento que parece que alguém o leu e colocou ali? Ou, mais singelo ainda (porque a escrita é simples), quando você vê o pôr do sol? Pois bem, a escrita serve para ser o seu encontro consigo mesmo. Para que, sem amarras, sem medos, você possa pousar num lugar tranquilo.

No próximo fim de semana - 26 e 27 de outubro - acontecerá uma nova edição da Oficina Selfie: retrato por escrito em São Paulo, aqui no Centro de Desenvolvimento Dora M Bentes. Nestes dias, estão todos convidados a explorar a ideia de como a escrita e o mundo ao seu redor pode ajudar para que se sinta mais satisfeit@, tranquil@ e realizad@.

Nesses encontros, técnicas como thetahealing, comunicação não-violenta, escrita criativa, storytelling e design thinking apoiam pessoas a conquistar mais consciência sobre a própria história de vida.

Se você sentir que essa caminhada é para você, acesse aqui e se inscreva. Utilize o código RetratoPorEscrito e aproveite a oportunidade.

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Ainda tem alguma dúvida sobre a vivência? 💬 Clique aqui e envie-nos uma mensagem ;)

Eduardo Alves é graduado em Relações Públicas e especialista em Mídias Digitais.

É formado em ThetaHealing DNA Básico e Avançado pela Escola Onda e certificado internacionalmente pela THInK.

Também estuda escrita criativa e afetuosa, captação e tratamento de histórias de vida e curadoria de conhecimento em espaços menos ortodoxos.

Lançou o Kayuá, projeto de autoconhecimento livre e itinerante que acredita que a narrativa contribui para o desenvolvimento do ser humano. Com ele, apoia pessoas em seu autoconhecimento por meio do ThetaHealing e da Jornada Narrativas de Vida.

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