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Janeiro Branco: mês da Saúde Mental


Por Sergio Hora


Todos nós conhecemos alguém que tenha um problema de saúde mental. Pode ser um amigo, colega de trabalho ou até familiar. Há algum tempo isso não seria tão comum, seja pela prevalência menor, ou seja, o número de pessoas com algum transtorno era bem inferior aos dias atuais, ou mesmo por desconhecimento e preconceito.

Pouco se falava sobre o tema. Estresse, depressão, ansiedade eram tabus. Sobre o burnout poucos haviam ouvido falar.

Felizmente isso vem mudando. Ainda bem, porque quando se fala mais de um assunto, quem sofre com o problema se sente mais à vontade para compartilhá-lo. E o mais importante: toma consciência e aumenta a possibilidade de procurar ajuda.

No entanto, para que isso aconteça é preciso que essa fala seja constante, seja através da mídia, mas também em todos os ambientes que frequentamos para mostrar a importância da saúde emocional.

Essa é a proposta do movimento Janeiro Branco, que elegeu esse mês para convidar as pessoas a refletir mais sobre a vida, emoções, relacionamentos, atitudes e como elas podem influenciar na saúde mental.


Epidemia silenciosa

Poderíamos mencionar vários números sobre estresse, ansiedade e depressão no Brasil e no mundo, mas basta olhar à volta e ver o quanto a mente das pessoas está adoecendo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas têm depressão em todo o mundo, o Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade em todo o mundo, sendo o quinto em casos de depressão. Segundo o levantamento, 9,3% dos brasileiros possui um desses transtornos. A depressão afeta 5,8% da população.

A lista de motivos, quase infinitos, só piora essa conta. Questões econômicas, políticas, climáticas, desemprego, problemas pessoais, cobranças e mais cobranças. O mundo se tornou um lugar cheio de gatilhos que podem despertar distúrbios mentais.

Recentemente, a OMS chamou a atenção para a onda pandêmica da saúde mental, questão agravada pela pandemia do novo corona vírus.

Mas apesar de sabermos disso, o que estamos fazendo para mudar esse cenário? Quantas vezes paramos ao menos para nos dar conta disso ao invés de viver no “automático”?


A campanha

É disso que se trata a campanha Janeiro Branco, ou seja, colocar esses temas em máxima evidência no mundo para evitar adoecimento mental. Para isso é preciso mais informação e menos preconceito.

E para que seja difundida esta ação, aqui no Brasil temos uma organização, sem fins lucrativos, que busca parcerias com empresas de comunicação, órgãos públicos e privados, no intuito de sensibilizá-los da importância de alertar a sociedade sobre o tema. Foi fundada em Minas Gerais, pelo psicólogo Leonardo Abrahão.



Objetivos específicos

O trabalho tem cinco metas: (1) tornar o mês de janeiro um marco estratégico atemporal para que as instituições reflitam, debatam, conheçam, planejem e efetivem ações em prol do combate ao adoecimento emocional dos indivíduos e das instituições; (2) chamar a atenção do mundo para os temas relacionados à saúde mental e emocional na vida das pessoas; (3) aproveitar o início de ano para incentivar as pessoas a pensarem sobre suas vidas, relacionamentos e do que andam fazendo e; investirem nesse cuidado emocional tanto em si, como nos que estão ao seu redor; (4) chamar a atenção das mídias e instituições sociais, públicas e privadas, para a importância do assunto; (5) contribuir, decisivamente, para a construção, fortalecimento e disseminação de uma “cultura de saúde mental” que favoreça, estimule e garanta a efetiva elaboração de políticas públicas em benefício da saúde mental dos indivíduos e instituições.


Informações sobre o movimento

Janeiro Branco tem canais virtuais que podem ser consultados para mais informações ou caso haja interesse em participar:

www.janeirobranco.com.br www.facebook.com/campanhajaneirobranco


Veja mais no vídeo em nosso canal no YouTube

Assista aqui


Fique bem e viva com saúde!


Sergio Hora - Terapêutica Integrada

Facilitador certificado de Barras de Access®, Facelift® Energético e processos corporais de Access Consciousness®; terapeuta de SE-Somatic Experiencing® e Florais Alquímicos de Joel Aleixo®. Mestre em ciências pelo Depto. Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP e graduado em Tecnologia da Informação. Especialista em políticas públicas nas áreas da saúde, educação e assistência social. Ministrante dos cursos de Barras de Access® e Facelift® Energético e dos workshops de MTVSS® e Circuitos no Centro.

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